A Terraprojectos...
Foi em 1999 que iniciámos o nosso projeto, acreditar nas potencialidades do setor agroalimentar português, apostando nele. Hoje, em parceria com os nossos clientes ― e porque também eles acreditam ―, estamos convictos de que já contribuímos para o reforço da sua competitividade, valorização e inovação, é esse o nosso permanente desejo.

13 Mar. 2017

Competitividade e mercados (sementes em 1999, raízes em 2017) – numa visão em que internacionalizar vai além da exportação

Porque datas comemorativas nos conduzem, inevitavelmente, a balanços. Competitividade e mercados foram estas as duas grandes áreas que, em 1999, serviam de semente a um projecto que ambicionava florescer, diferenciar-se, dar resposta a uma lacuna que era evidente: a organização dos produtores e da produção nacional, a sua competitividade, na resposta às crescentes exigências do mercado. Por outras palavras, o foco dos agricultores encontrava-se na produção, em detrimento da definição das suas estratégias comerciais. Sementes que viriam a conduzir a um projecto com raízes, um projecto que procura, constantemente, colher ideias e semear futuro, falamos da TerraProjectos.
Há 18 anos pouco se falava em empreendedorismo. Empreender pelo potencial do sector agro-alimentar português, um sector desacreditado. Foi essa a essência da “nossa ideia”. A ela juntaram-se as “ideias de outros” e assim fomos – todos – semeando e colhendo. A cada estação, Primavera/Inverno/Verão/Outono, aos poucos, a agricultura foi-se revelando um PIVÔ na economia nacional, um agente com peso no contributo das exportações portuguesas. PIVÔ que irriga novas ideias, novos projectos, aqui e além-fronteiras. Ao empreendedorismo – pelos constrangimentos e/ou oportunidades – aliou-se a demanda da internacionalização, e com ela, as sementes lançadas há 18 anos, também elas aliadas, ganham nova relevância: a competitividade de oferta para dar resposta à procura do mercado, hoje, global.
Internacionalizar, visão/acção muitas vezes “reduzida” ao significado das exportações, mas que implica um desafio maior. Implica: pesquisa, análise dos contextos de mercado; mergulhar em novas culturas; dominar múltiplas ferramentas de negociação e comunicação; envolvimento, estabelecimento de relações de confiança, parcerias permanentes com o exterior, independentemente da forma escolhida (parcerias com empresas locais; contratualização com agentes distribuidores; constituição e/ou aquisição de uma unidade produtiva local; estabelecimento com pontos de venda e/ou franchising; Join Ventures, entre outras); implica a definição de uma estratégia sustentada na criação de valor, método e organização, muito trabalho, persistência e, na verdade, bom senso e… alguma sorte também!
A competitividade na internacionalização conquista-se na diferenciação, na aposta da especificidade das suas marcas/produtos, num plano de marketing orientado – também – para a internacionalização (definindo/reforçando posicionamentos, vantagens competitivas, objectivos, acções, públicos-alvo, etc.), na aposta na inovação, quer de produto, quer de abordagens (ex.: acções de promoção out of the box); na eficiência de custos, entre outras. Definida a visão, a estratégia de internacionalização, importará perceber quais os instrumentos de financiamento adequados ao seu apoio. Aqui, os apoios comunitários poderão ser ponderados, já que existem medidas específicas de apoio a esta demanda, tendo a TerraProjectos, ao longo do tempo, vindo a desenvolver projectos de internacionalização nas duas vertentes: no contexto do Portugal 2020 – projectos individuais ou conjuntos “Internacionalização das PME” e/ou “Acções Colectivas – Internacionalização”. Estes sistemas de incentivos implicam, além de um conjunto de requisitos a dar resposta e/ou condições específicas de acesso, passíveis de alterar aquando de cada abertura, naturalmente, a avaliação do seu retorno, o estabelecimento de objectivos quantitativos, e a sua consequente divulgação. Para aprofundar as especificidades de ambas as medidas e/ou outras, contacte-nos.
A competitividade nos mercados internacionais só se alcança com base num trabalho de equipa, no compromisso e cumprimento de uma promessa de uma experiência única, que semeie na percepção do consumidor – independentemente da sua nacionalidade – uma percepção de valor, uma identificação, uma ligação emocional, com capacidade de criar raízes.

 

Gisela Pires
Marketing & Comunicação
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